Tarcísio acaba com a Cracolândia: estratégia integrada devolve o centro de São Paulo
Depois de anos de abandono, o centro de São Paulo volta a pertencer ao cidadão
Depois de anos de abandono, o centro de São Paulo volta a pertencer ao cidadão
Não é a primeira vez que empresas com problemas judiciais patrocinam produções cinematográficas de viés político. No caso de Lula, trata-se da segunda vez: o filme Lula, o Filho do Brasil (2009), de Luiz Carlos Barreto, recebeu forte apoio de empreiteiras como Odebrecht, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez — todas condenadas na Lava Jato —, além da Oi
Quem gosta de Pix aí levanta a mão!”, disse o governador ao público presente.
Esse resultado não é mera oscilação: é o reflexo do cansaço popular com o messianismo falido de Lula, que transformou o Planalto em palco de aparelhamento ideológico e incompetência administrativa, abrindo caminho para uma vitória bolsonarista que representa a esperança de um Brasil livre da roubalheira e do populismo destrutivo que tanto mal causou à nação.
“Ele disse que quantos mais candidatos à direita tiver, melhor”.
O episódio, ligado à detenção do ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, expôs um racha na cooperação entre os países e levou o Itamaraty a interromper a atuação de um agente americano no Brasil.
O caso ocorre em meio às investigações que envolvem o empresário e mantém atenção sobre as condições de saúde e a condução do processo.
O episódio, ligado ao caso do ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, aprofunda o desgaste diplomático entre os dois países após acusações americanas de tentativa de contornar regras de extradição.
O caso gira em torno de uma publicação de 2021 envolvendo críticas a um projeto sobre distribuição de absorventes, e agora poderá ficar parado por até 90 dias, ampliando o debate sobre liberdade de expressão e limites da atuação política nas redes.
Durante o debate, o deputado Lucas Redecker alertou para o impacto econômico da medida: “A minha preocupação é de quem vai pagar a conta, porque se diminuirmos a escala e mantivermos o mesmo salário, isso vai gerar um déficit para o empregador. […] É onde temos que ampliar esse debate porque não está previsto aqui na PEC.”