URGENTE: Moraes recua e toma decisão inesperada
A decisão também libera a verba de gabinete e autoriza a retirada da tornozeleira eletrônica que monitorava o parlamentar.
A decisão também libera a verba de gabinete e autoriza a retirada da tornozeleira eletrônica que monitorava o parlamentar.
As declarações surgem após a divulgação da pesquisa Atlas/Bloomberg, na quinta-feira (28), que colocou o governador de São Paulo numericamente à frente de Lula em uma simulação de segundo turno. As declarações surgem após a divulgação da pesquisa Atlas/Bloomberg, na quinta-feira (28), que colocou o governador de São Paulo numericamente à frente de Lula em uma simulação de segundo turno.
Além de Bolsonaro, estarão no banco dos réus: Alexandre Ramagem, Almir Garnier Santos, Anderson Torres, Augusto Heleno, Mauro Cid, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto.
Nikolas classificou as críticas como “fake news do PT” e não poupou ataques ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao ex-prefeito Fernando Haddad e à base petista, chamando-os de “capachos”.
Para o deputado, o chefe do Executivo brasileiro não demonstra interesse real em procurar Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos, porque estaria se aproveitando do embate tarifário para justificar o fracasso de sua política econômica.
Marina, que hoje ocupa o cargo de deputada federal por São Paulo, já foi senadora pelo Acre entre 1995 e 2011.
Nikolas desmentiu as acusações, deixando claro que não tem “nenhum tio prefeito”. Segundo ele, um parente até chegou a disputar eleições, mas jamais foi eleito.
A decisão surge como resposta direta ao tarifaço de 50% imposto aos produtos brasileiros no início deste mês, medida determinada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, atual presidente dos EUA.
O pedido faz referência à prisão em flagrante de Glaycon Raniere de Oliveira Fernandes, primo de Nikolas, detido em Uberlândia (MG) com 30,2 kg de maconha. Para Reimont, o episódio levanta a necessidade de investigar possíveis conexões familiares, políticas e financeiras entre o parlamentar e a estrutura criminosa em questão.
Segundo os parlamentares, o STF vai disponibilizar à CPI apenas as informações que não estejam sob sigilo e que não interfiram em apurações da Polícia Federal. A expectativa, conforme adiantou Viana, é que todos os documentos liberados sejam tornados públicos em até dois meses. A definição ocorreu após encontro dos parlamentares com Mendonça.