Jair Bolsonaro sorri e acena na varanda de casa em Brasília
A defesa do ex-presidente destacou que ele demonstrou interesse em comparecer ao julgamento presencialmente no STF, mas foi desaconselhado por razões de saúde.
A defesa do ex-presidente destacou que ele demonstrou interesse em comparecer ao julgamento presencialmente no STF, mas foi desaconselhado por razões de saúde.
Segundo relatos de bastidores, aliados de Lula classificaram a atitude de Fux como um “surto” e se incomodaram com sua fala incisiva. Um ministro próximo ao petista, sob anonimato, disparou críticas ao magistrado
Atualmente, o placar do julgamento aponta 2 a 1 a favor da condenação. Alexandre de Moraes e Flávio Dino votaram pela punição de todos os acusados, enquanto Luiz Fux se posicionou de forma contrária, absolvendo a maioria.
No voto, Fux questionou até mesmo a legitimidade da 1ª Turma para conduzir o processo, destacando que o caso deveria ser analisado pelo Plenário do STF.
A intimidação foi publicada nesta quarta-feira (10) na plataforma X por um perfil identificado como Adalto Gaigher, supostamente estudante da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
A declaração criminosa aconteceu justamente no mesmo dia em que o comentarista conservador Charlie Kirk, aliado do presidente Donald Trump, foi covardemente assassinado durante um debate em uma universidade no estado de Utah, nos Estados Unidos.
O julgamento terá continuidade nesta quinta-feira (11), às 14h, com os votos da ministra Cármen Lúcia e do presidente da Turma, Cristiano Zanin.
Colunistas do jornal O Globo, conhecidos por defenderem Lula (PT) e a atuação de Moraes, partiram em ataque coordenado contra Fux, acusando-o de “contradição” e de favorecer Bolsonaro.
Durante seu voto, Fux reforçou que o papel do juiz é garantir imparcialidade e respeito às garantias fundamentais
O ministro foi taxativo: os acusados não têm foro privilegiado, o Supremo não pode conduzir o caso e a acusação de “organização criminosa” foi esticada até o limite da lei para justificar um julgamento político.