Mais um ministro chora copiosamente durante sessão do STF
A homenagem foi aberta pelo presidente do STF, Edson Fachin, que destacou a trajetória do ministro
A homenagem foi aberta pelo presidente do STF, Edson Fachin, que destacou a trajetória do ministro
O PT havia acusado Jojo de difamação, alegando que ela cometeu crime ao afirmar, em um podcast, que teria recebido uma oferta de R$ 1,5 milhão para apoiar a campanha de Lula em 2022. A legenda tentou acionar a Justiça, alegando que a declaração prejudicava a imagem do partido.
Ao justificar o pedido, Zé Trovão afirmou que a CPMI vem expondo um esquema de corrupção bilionário envolvendo o Sindnapi e instituições financeiras.
O parlamentar, que visitou o ex-chefe do Executivo em Brasília nesta quinta-feira (23), disse que as crises de soluço evoluíram e que a situação está “difícil até para alimentação”.
O resultado da votação foi um recado direto ao Planalto: 33 votos favoráveis à proposta, todos da oposição, contra apenas 13 contrários, vindos da base de Lula e partidos de esquerda. A tentativa de adiar a discussão também foi derrotada.
Durante um encontro com o presidente indonésio, Prabowo Subianto, o petista afirmou que ainda o encontrará “muitas vezes”, insinuando que não pretende largar o comando do país tão cedo.
O processo havia sido aberto há quatro anos, após uma live em que o então presidente Jair Bolsonaro levantou questionamentos sobre possíveis fraudes nas urnas eletrônicas — denúncias que, segundo o TSE, não teriam sido comprovadas.
A declaração de Boulos indica que o governo petista pretende intensificar o contato direto com movimentos sociais e categorias populares — estratégia que muitos veem como uma tentativa de reconstruir a base ideológica da esquerda e ampliar o alcance político de Lula em meio à queda de popularidade e às críticas à condução do país.
O pedido partiu do PT, que acusava Eduardo de “ataques verbais a instituições democráticas, como o Supremo Tribunal Federal (STF)” e de tentar “influenciar autoridades estrangeiras a impor sanções contra o Brasil”.
O documento do Supremo tem cerca de duas mil páginas. Pessoas próximas relataram que, após receber a informação, Bolsonaro voltou a ter crises de soluços, algo que vinha se estabilizando nas últimas semanas.