Tarifa de 50%, Lei Magnitsky e censura: Rio Verde se levanta contra o sistema
Essa sequência de abusos tem provocado a revolta generalizada de milhões de brasileiros.
Essa sequência de abusos tem provocado a revolta generalizada de milhões de brasileiros.
O texto publicado neste domingo (27) argumenta que o ministro da Suprema Corte Alexandre de Moraes viola a “liberdade de expressão e de imprensa” ao proibir que o ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) Filipe Martins conceda entrevistas.
As declarações do presidente americano ocorreram durante uma reunião com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, na Escócia neste domingo.
A fala de Flávio acontece num momento em que a esquerda brasileira tenta explorar politicamente a recente tarifa de 50% imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o aço brasileiro. Flávio minimizou os possíveis impactos da medida, deixando claro que a prioridade deveria ser outra: “Essa perseguição ao Bolsonaro […] está muito acima de a gente ficar preocupado com isso”.
O ministro permanecerá nos EUA até a próxima terça-feira (29). Antes disso, na semana passada, o Itamaraty já havia enviado um emissário a Washington para sondar se haveria alguma abertura por parte da administração Trump para negociações diretas.
A cirurgia foi autorizada por Alexandre de Moraes, ministro do STF, após parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR). O procedimento ocorreu em hospital da rede privada coberta pelo plano de saúde de Silveira.
Gleisi também fez referência a uma carta de senadores dos EUA, que segundo ela, demonstraria interferência de Trump no Brasil
De acordo com análise publicada pelo Diário do Poder, a viagem pode se transformar em um constrangimento diplomático, já que ocorre a apenas quatro dias do prazo final, enquanto outras nações — como China, Japão e países da União Europeia — já estão em negociações diretas e de alto nível com o governo norte-americano.
A caminhada teve início na Praça XV de Novembro e percorreu ruas centrais da cidade, contando com o apoio de famílias, jovens, idosos e até empresários locais, que também pedem por um país mais justo, transparente e com respeito às liberdades fundamentais.
Entre os participantes, estavam os deputados Capitão Alden (PL), vice-líder da oposição na Câmara, e Diego Castro (PL), da Assembleia Legislativa da Bahia. Ambos denunciaram a escalada autoritária no país e reforçaram que a perseguição política precisa acabar.